quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Politicagem continua: Convenção tenta driblar decisão judicial

Já disse antes que o cristão precisa se envolver com política e tudo aquilo que envolve sua comunidade, mas sem perder de vista os princípios éticos e morais que a Bíblia nos ensina. E o ocorrido abaixo, sinceramente, é lamentável.
Veja a reportagem (se você não leu a reportagem anterior clique aqui):
(Fonte: O Povo) - A Convenção de Ministros das Assembléias de Deus Unidas do Ceará (Comaduec) encontrou uma forma inusitada de driblar a decisão da Justiça Eleitoral, que proibiu a entidade de espalhar outdoors pela cidade em campanha contra a prefeita e candidata à reeleição, Luizianne Lins (PT).
A Comaduec substituiu o nome da prefeita no texto do anúncio anterior. No lugar de "Luizianne é contra a bíblia e o povo de Deus", entrou "Sra. Jezabel - Por que a senhora é contra a bíblia e o povo de Deus?". O nome Jezabel foi inspirado na antiga princesa dos fenícios que é retratada no Antigo Testamento da bíblia como perseguidora de profetas. Alguns outdoors do grupo evangélico se encontram ao lado de outros do Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Fortaleza (Sindifort), também de campanha contra a prefeita.
O responsável pela Comaduec, bispo P, diz que a comunidade evangélica estaria revoltada com a decisão do juiz Emanuel Leite Albuquerque, da 117ª Zona Eleitoral, de mandar retirar os outdoors da entidade. Macêdo argumenta que a troca do nome de Luizianne pelo de Jezabel foi feita pelos "fiéis". Para ele, Luizianne representa a princesa fenícia. "Ela (Jezabel) pregava a prostituição", argumenta Macêdo. "Deus usava os profetas para combater aquela prática. E ela perseguia os profetas", diz.
A advogada da coligação que apóia a candidatura de Luizianne, Isabel Mota, disse ontem que estava avaliando os novos cartazes e que decidirá se vai entrar com nova representação ou se solicita que o juiz reconheça o descumprimento da decisão inicial. A advogada também diz que os outros outdoors impedidos inicialmente - cerca de 100 - não foram todos retirados ainda. Ela solicitou ao juiz uma permissão para que a força pública, através do poder de polícia, retire o material.
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