Aniversário da morte do ‘Elvis Presley evangélico’

No dia 22 de Novembro de 1963, há 45 anos, falecia o escritor britânico Clive Staples Lewis. C. S. Lewis foi um ex-ateu assumido que passou a defender a fé com unhas e dentes após sua conversão.
Lewis pertenceu a Igreja Anglicana (a mesma freqüentada pelo conhecido téologo evangélico J. I. Packer) e tem sido chamado como o porta-voz não oficial do cristianismo. O escritor soube divulgar as verdades cristãs como poucos, através de seus livros e palestras. Ele sempre apresentava sua crença na verdade literal das Escrituras Sagradas, falando sobre o Filho de Deus, sua vida, morte e ressurreição. Foi chamado até de 'Elvis Presley evangélico', devido à sua popularidade.
Tornou-se popular durante a II Guerra Mundial, por suas palestras transmitidas pelo rádio e por seus escritos, sendo chamado de 'apóstolo dos céticos', especialmente nos Estados Unidos. Suas palestras tocavam profundamente seus ouvintes da rádio BBC de Londres. Na sua última palestra O Novo Homem, Lewis disse: “Olhe para você, e você vai encontrar em toda a longa jornada de sua vida apenas ódio, solidão, desespero, ruína e decadência. Mas olhe para Cristo e você vai encontrá-Lo, e com Ele tudo o mais que você necessita”.
Lewis notabilizou-se por uma inteligência privilegiada, e por um estilo espirituoso e imaginativo. O Regresso do Peregrino, publicado em 1933, O Problema do Sofrimento (1940), Milagres (1947), e Cartas de um diabo ao seu aprendiz (1942), são provavelmente suas obras mais conhecidas. Escreveu também uma trilogia de ficção científico-religiosa, conhecida como a Trilogia Espacial: Longe do Planeta Silencioso (1938), Perelandra (1943), e That Hideous Strength (1945). Para crianças, ele escreveu uma série de fábulas, começando com O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa em 1950 e a conhecida série As Crônicas de Nárnia. Sua autobiografia, Surpreendido pela Alegria, foi publicada em 1955.
C. S. Lewis morreu no mesmo dia em que o presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy foi assassinado e no mesmo dia em que morreu também o escritor Aldous Huxley. A coincidência serviu como pano de fundo para o livro O Diálogo – Um debate além da morte entre John F. Kennedy, C. S. Lewis e Aldous Huxley, de Peter Kreeft, onde os três personagens, representando o teísmo ocidental (Lewis), o humanismo ocidental (Kennedy) e o panteísmo oriental (Huxley) discutem sobre religião e cristianismo.
Fonte: Cristianismo Hoje

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